Hip Hop das ‘antas’

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Esse tempo de fim de ano – tá, o ano já começou, mas precisava de um mote para começar o post – dá uma nostalgia, não?

Pra mim, bateu uma saudade dos tempos que jogava basquete, usava roupa 3 números maior do que o meu e ouvia rap. Bons tempos: House of Pain, Beastie Boys, Cypress Hill, Kriss Kross, LL Cool J…e a clássica coletânia Rap Attack.

Mas não era só isso. Uma porrada de caras clássicos também rolavam: Arrested Development, Kool G Rap, A Tribe Called Quest, Run DMC, Ice T, Eric B & Rakim. Desse último, o som “Don’t Sweat the Technique” merece o respeito de todos os manos browns e 50 cents que existem por aí. Ouça, ouça.

Leia, leia: Born in the Bronx: A Visual Record of the Early Days of Hip Hop. Bom retrato histórico dessa época do hip hop.

Buenos Aires para os locais

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Antes de ir a Buenos Aires este fim de ano, dei uma pesquisada pra fazer, pela primeira vez, um roteiro não de turista na cidade. Achei essa galeria, Bond Street – sim, uma “licença poética” à Bond Street de Londres.

Várias coisas legais lá. Estúdios de tatuagem, loja de roupas, discos e livros. Em especial, devo ter passado umas três horas na Rayo Rojo, uma livraria ducacete que tem lá. Uma porrada de bons livros, como você não vê nem em São Paulo. E muita coisa gringa barata. Muita coisa local também; livros de fotos de artistas locais, escritores locais. Desde Fileteado Argentino até Cine de Dedos : )

Comprei dois (só): Geek Love (Katharine Dunn) e The New Hacker’s Dictionary.

Rayo Rojo. Galeria Bond Street – Santa Fe 1670  – Local 20-22

Pode uma banda de electro-pop ser realmente pop?

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Em setembro do ano passado fui pra Argentina. Ouvi essa banda algumas vezes no rádio e vi uma vez na TV. Estranhei um pouco aquele tipo de sonoridade tocando no rádio, mas achei bem legal. Cheguei no Brasil e ouvi o disco. Gostei, porra. Era bom. Miranda! o nome - homenagem à nossa querida Carmem.

Se você ouvir pode dizer que é parecido com Cansei de Ser Sexy. Pra mim eles são bem mais originais, a sonoridade tem mais elementos tradicionais do país e menos globalizados. Aliás, essa é uma prerrogativa das bandas latinas que me agrada pra cacete. Por isso curto.

Aí, esses dias vejo rolando um clipe dos bixos no canal Sony; fiquei de cara. Mas gostei de novo. Vi gente de lá reclamando que eles se venderam muito neste último disco. Eu acho bom. Prova de que o povão pode gostar de um som de qualidade, se as gravadores deixarem. Lá na Argentina é febre. Será que aqui pega?

Porque bom mesmo é o Amado Batista, que vende 20 milhões de discos.

http://www.esmirandamiamor.com/index2.html

Good for Nothing pt.2

Já rolaram também umas festinhas com a tarimba da rádio francesa. Veja o vídeo.

Good for Nothing Radio

Good for Nothing

Estava eu ouvindo um set do Busy P com Justice - que é bem bom, por sinal – quando me deparei com esta rádio, Good for Nothing (Myspace: http://www.myspace.com/gdfn). A rádio foi criada por Loïc Hubert, dj e produtor francês. Só sonzinhos duca, com boa qualidade de áudio. Boa parte das playlists também estão disponíveis lá. Vale dar uma ouvida com atenção. Recomendo os sets do Tim Sweeney e Alexander Robotnick. Além é claro do set motivador deste post.



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